
É engraçado como o tempo passa e esquecemos de coisas que na nossa infância era super-fantásticas!
Ontem à tarde vi um arco-íris. E foi aí que me dei conta de quanto tempo não presenciava esse magnífico fenômeno da natureza.
Não era um dia bonito. Domingo de Páscoa frio e chuvoso, mas brindado por essas cores mágicas que nos levam às reminiscências infantis.
Minha irmã me perguntou: Quem inventou que no fim do arco-íris existe um pote de ouro?
Não sei. Mas foi uma das milhares de lendas que intrigaram meu jovem cérebro lá pelos 5 e 6 anos de idade.
Imaginava aqueles duendes verdinhos tomando conta do pote de ouro. E, por mais que eu tentasse, nunca cheguei ao fim o arco-íris.
Essa visão do arco-íris encheu meu dia de cor e de boas lembranças. Lembranças das férias em Itanhaém, com muita praia, sorvete, bolo de chocolate e brincadeiras e com um lindo arco-íris após as chuvas de verão.
Ah...como era bom ser crianças!

2 comentários:
Vanessa,
um expediente que usava muito pra driblar a raridade da ocorrência de arco-iris era borrifar água contra os raios de sol que batiam na janela. Eu produzia minis-arco-iris tão fácil quanto bolinhas de sabão. ;-)
Um beijo,
Lívia.
Muito bom esse seu relato, pois o que percebi é que não foi o arco iris que lhe proporcionou a felicidade, alegria e um sentimento de paz e sim tê-lo visto com o olhar de criança.
Seu relato nos levar a pensar e procurar não mais esquecer que devemos olhar o mundo como crianças, acreditanto em magias, fadas, bruxas, duentes e algum lugar encantado. Nos leva a procurarmos sempre ter um lugar mágico, onde possamos reabastecer nossa alegria, esquecer o tic-tac do relógio..rs..rs.., e sermos seres imortais. Esse lugar é dentro de nós, pois nossa criança ainda está lá..
Fernando M. Silva
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