Depois de um século fora do ar, resolvi dar as caras nesse projeto de diário virtual! E lá vou eu com assuntos do coração.Nos últimos dias tive algumas conversas com pessoas próximas que estão recém-separadas de relacionamentos ora duradouros, ora nem tanto assim e percebi que o jogo do amor é muito engraçado.
No começo todos apostam todas as fichas, como um jogo de pôquer, num amor que pode ser aquele de conto de fadas. E, quando tudo acaba, o que sobram são os restos daquilo que fizemos para que tudo fosse perfeito. Pensando nisso, lembrei de uma música da Sandy que fala bem dessa situação.
E todas as músicas de amor que eu já fiz, eu fiz
Pra você
E todos os filmes de amor que eu já vi passar, passaram
Pra você.
É você está em todos os momentos que eu vivo
E que eu desejo
É você impregnou na minha carne, nos meus sonhos
E agora não tem volta
Eu preciso te viver.
E todas as flores que eu já vi desabrochar, desabrocharam
Pra você
E todos os beijos mais apaixonados que eu guardei, estão guardados
Pra você.
Contam nossa história
De tristezas e glórias
O poema mais bonito
Que eu já li.
E todas as músicas, os filmes, e as flores e os beijos
Pra você.
Mas apesar de saber que pode doer no final, mais vale a frase do poetinha Vinícius de Moraes:
"Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure".
