quinta-feira, 21 de junho de 2007

O que o amor faz

Depois de um século fora do ar, resolvi dar as caras nesse projeto de diário virtual! E lá vou eu com assuntos do coração.

Nos últimos dias tive algumas conversas com pessoas próximas que estão recém-separadas de relacionamentos ora duradouros, ora nem tanto assim e percebi que o jogo do amor é muito engraçado.

No começo todos apostam todas as fichas, como um jogo de pôquer, num amor que pode ser aquele de conto de fadas. E, quando tudo acaba, o que sobram são os restos daquilo que fizemos para que tudo fosse perfeito. Pensando nisso, lembrei de uma música da Sandy que fala bem dessa situação.


E todas as músicas de amor que eu já fiz, eu fiz
Pra você
E todos os filmes de amor que eu já vi passar, passaram
Pra você.

É você está em todos os momentos que eu vivo
E que eu desejo
É você impregnou na minha carne, nos meus sonhos
E agora não tem volta
Eu preciso te viver.

E todas as flores que eu já vi desabrochar, desabrocharam

Pra você

E todos os beijos mais apaixonados que eu guardei, estão guardados

Pra você.

Contam nossa história

De tristezas e glórias

O poema mais bonito

Que eu já li.


E todas as músicas, os filmes, e as flores e os beijos

Pra você.

Mas apesar de saber que pode doer no final, mais vale a frase do poetinha Vinícius de Moraes:

"Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure".