quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

As coisas que eu odeio em você

Odeio seu jeito de falar
E seu cabelo despenteado
Odeio como dirige o carro
E odeio quando fica a me olhar
Odeio seu tênis de moleque
E como lê a minha mente
Te odeio tanto que isso me abate
E até me leva a rimar
Odeio por sempre ter razão
Odeio quando mente
Odeio quando me faz rir
E mais ainda quando me faz chorar
Odeio quanto não está por perto
E quando não me liga
Mas mais do que tudo
Odeio o modo como não te odeio
Nem um pouco
Nem por um segundo
Nem por nada...

Um comentário:

Djan disse...

Não entendi... O que é um poema onde faltam tantas palavras?


Desculpa mas tem palavras que não habitam meu dia-a-dia e que, na verdade, nem mesmo têm significado.

Quem sabe um dia você não perceba isso?

Beijo!


seu jeito de falar
E seu cabelo despenteado
como dirige o carro
E quando fica a me olhar
seu tênis de moleque
E como lê a minha mente
Te tanto que isso me abate
E até me leva a rimar
por sempre ter razão
quando mente
quando me faz rir
E mais ainda quando me faz chorar
quanto não está por perto
E quando não me liga
Mas mais do que tudo
o modo como não te odeio
Nem um pouco
Nem por um segundo
Nem por nada...